Modelo clássico e influências modernas marcam o novo disco do Vinyl Laranja

Depois de um disco (Unchangeable Past Fleeting Future, de 2016) produzido na gringa e com a assinatura de Andrew Hernandez e Kevin Szymansky (também produtor de discos do Queens of the Stone Age e Foo Fighters), O Vinyl Laranja optou por uma metodologia mais caseira. Gustavo Vazquez (que já assinou discos do Macao Bong, MQN, Mechanics, Canábicos, Sheena Ye, entre outros) e o guitarrista Andro Baudelaire assumiram a elaboração de Vinyl Laranja para criar um álbum de rock and roll, mas com muitas experimentações, refrões pop e até com “baladinhas” como Peels Likes Porcelain e Secret Society of Overthinkers.

Além do peso, o fuzz é também uma das linhas mestras na argumentação dessa nova aula da banda. Gravado direto na mesa, como faziam as bandas brasileiras dos anos 70, o efeito deixa o trabalho com aquela sujeira típica de Sabbath, Hendrix e Yardbirds, mas atualizada pelas referências a QOTSA e Artic Monkeys. Outro detalhe é que o Vinyl Laranja usou apenas dois modelos de guitarra Gianinni em todo o disco: uma Diamond para todas as bases e uma Gemini para os solos.

Vinyl LaranjaCriado em Belém, em 2004, o Vinyl Laranja é formado por Andro Baudelaire (guitarra e vocal), Bruno Folha (baixo) e Lucas VH (bateria) e já rodou o país tocando em grandes festivais nacionais e fizeram uma turnê com mais de 60 shows nos Estados Unidos e duas participações no lendário South by Southwest, em Austin (Texas).

Com esse novo disco, o Vinyl Laranja se prepara para mais uma rodada de exposições de seu rock em todo o País e até no exterior, buscando sedimentar seus conceitos e doutrinar novos (e também antigos) fãs do bom e poderoso stoner rock feito no Brasil.

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Sobre Leonardo Caprara

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