As plataformas de streaming costumam remover algumas produções cinematográficas de seu catálogo, seja para renovar, pelo fim dos direitos de transmissão que possuíam em contrato com a produtora oficial dos filmes, ou por qualquer outro motivo definido por cada um dos serviços de streaming.
O Star+ fez esse movimento com uma famosa franquia que já havia sido retirada da Netflix, fato que pegou os fãs dos filmes de surpresa com a decisão na última terça-feira (15/08) de remover as cinco produções que fazem parte da saga sem qualquer tipo de aviso prévio, diferentemente do que a Netflix fez com os seus assinantes.
A franquia em questão é a de “Crepúsculo”, que teve cinco as produções cinematográficas presentes nas plataformas de streaming Star+ e Netflix, ficando por algum tempo no catálogo de ambas, e possuem os seguintes títulos: “Crepúsculo: (2008), “Lua Nova” (2009), “Eclipse” (2010), “Amanhecer – Parte 1” (2011) e “Amanhecer – Parte 2” (2012).
O motivo para essa remoção do modo que ocorreu, com a coincidência das datas, pode ter a ver com o fim das operações da plataforma de streaming, a Lionsgate+, que pertence à produtora da saga de “Crepúsculo”, que não vai estar mais disponível no Brasil em 2024, segundo anúncio oficial do próprio streaming.
Sucesso de Crepúsculo e sua franquia nos cinemas
Enquanto cada um dos filmes da franquia esteve em cartaz no cinema, a arrecadação global das bilheterias foi um grande sucesso. Veja quanto cada filme da saga de “Crepúsculo” faturou:
- “Crepúsculo” (2008) – 408,4 milhões de dólares;
- “Lua Nova” (2009) – 711 milhões de dólares;
- “Eclipse” (2010) – 698,4 milhões de dólares;
- “Amanhecer – Parte 1” (2011) – 712,2 milhões de dólares;
- “Amanhecer – Parte 2” (2012) – 848,6 milhões de dólares.








