Review Django Livre: o novo filme de Quentin Tarantino

Um dos maiores diretores da história do cinema é Quentin Tarantino. Talvez seja tal gênio, porque não bate muito bem das ideias, criando filmes para lá de impressionantes.

O mais novo filme dele é “Django Livre”, com Jamie Foxx, Leo DiCaprio, Samuel Jackson e Christoph Waltz. Somente atores fora de série!

Review Django Livre

Enredo de Django Livre

Um caçador de recompensas (Christoph Waltz) liberta um escravo para que ele o ajude a encontra 3 irmãos procurados pelas autoridades. Este “crioulo”, assim chamado no filme que se passa 2 anos antes da Guerra Civil, é o Django, antiga mercadoria destes irmãos e um dos poucos que sabe reconhecer a fisionomia deles.

Em um país ainda racista e com escravatura, King Schutz, o caçador, é contra tal submissão e oferece um acordo ao Django:

Me ajude e eu lhe ajudarei a recuperar sua esposa.

Então eles vão para as aventuras matando pessoas e ganhando dinheiro por isso.

Depois de o ex-escravo cumprir sua parte da promessa, eles partem em busca da esposa dele, que é escrava do Candie (Leo DiCaprio). O plano parecia muito em teoria, mas na prática, não foi.

Para saber o restante da história, assista ao filme que está passando nos cinemas!

Análise de Django Livre

O elenco é fantástico. O Waltz fez um trabalho magnifíco no papel do Schultz, assim como fez em Bastardo Inglórios, interpretando Hans Landa. Jamie Foxx também não deixou a desejar, incorporando muito bem o papel do Django. Samuel Jackson é outro que fez um bom trabalho.

Todavia, Leonardo DiCaprio me decepcionou um pouco. Não digo que ele tenha trabalhado mal, porque isso é muito difícil. Entretanto, eu esperava que ele seria melhor explorado, ou seja, senti que o filme utilizou 40% da capacidade de atuação do mesmo.

Olhando para a filmografia do Quentin Tarantino, este fica entre as últimas colocações. Comparando com os melhores dele (Cães de Aluguel, Pulp Fiction, Bastardos Inglórios), Django Livre está abaixo em qualidade de história, mas o humor ácido continua, como sempre.

Mesmo o filme estando abaixo das minhas expectativas, ele é muito bom e recomendo para os cinéfilos de plantão.

Concorda com a opinião de Victor Palandi? Discorda? Comente!

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