Expose Your Hate: expondo a dura realidade no grindcore

Introdução:

             Uma banda que é a própria personificação da extremidade, tanto na proposta quanto na sonoridade. O Expose Your Hate tem o poder de protestar da maneira mais visceral com o mais brutal grindcore, e o fazem como ninguém. Contabilizando quinze anos de uma trajetória de sucesso e reconhecimento no underground nacional, iniciaram 2014 da melhor maneira possível. A “doutrinação pelo ódio” tem início com Indoctrination of Hate, segundo trabalho do grupo.

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            Totalmente avesso a sonoridades rebuscadas e malabarismos desnecessários, o EYH esparrama tudo aquilo que está entalado na garganta do headbanger, toda a indignação e insatisfação contra as mais diversas formas de poder e corrupção na forma de música extrema feita com alma e garra. Um trabalho dessa magnitude não merece passar despercebido, por isso, o Música e Cinema foi bater um papo com Cláudio Slayer (baixista e fundador da banda). Sujeito extremamente simpático, educado e atencioso, Cláudio nos conta mais detalhes sobre o conceito e a concepção do novo álbum, curiosidades e muitos outros assuntos envolvendo essa que é um dos principais destaques da cena extrema do Nordeste brasileiro. Confiram! Solta o verbo, professor!

Entrevista exclusiva com Cláudio Slayer (EYH)

Gravação do clipe de "Ready to Explode".
Gravação do clipe de “Ready to Explode”.

Música e Cinema: Prazer enorme em falar com você, Cláudio. Obrigado por nos conceder essa entrevista.

Cláudio Slayer: Eu que agradeço pela oportunidade e espaço, amigo. O prazer é mútuo.

Música e Cinema: O EYH existe há\quinze anos e somente agora vocês lançaram o segundo álbum, o fabuloso Indoctrination of Hate. O que houve com a banda neste intervalo de tempo entre o debut Hatecult (2005) e o novo álbum?

Cláudio: Pois é, aconteceram contratempos que interferiram diretamente na dinâmica da banda, comprometendo todo o processo criativo e disponibilidade para shows, por exemplo, e ocasionando essa grande lacuna de tempo entre o primeiro CD e o novo. Mas sem dúvida, as mudanças de integrantes foram as principais razões. Para você ter idéia, desde o lançamento do Hatecult, somente eu e o vocalista Luiz Cláudio continuamos na banda, e nesse período já estamos no terceiro baterista. Éramos um quarteto, passamos a quinteto, porém um guitarrista saiu e voltamos a quarteto, outro guitarrista entrou e voltamos a quinteto, mas esse último também saiu e foi substituído, definindo assim a situação atual da banda, ufa (risos). Vale salientar que moramos numa capital relativamente pequena, onde não encontramos muitos músicos disponíveis que curtem nossa proposta musical. Isso com certeza também pesou um pouco, além de que somos velhos ranzinzas e insistimos em certos “critérios” para que alguém seja efetivado na banda (risos).

Música e Cinema: A banda sempre teve uma estrutura Grindcore desde o início, prezando sempre o peso e a velocidade absurda em suas composições, porém, em Indoctrination of Hate, vocês adicionaram muitos elementos de Death Metal nas músicas, tornando-as mais variadas e ainda mais brutais; além disso, vocês demonstram uma evolução técnica considerável em relação ao álbum de estréia. Foi um aprimoramento natural ou teve mais a ver com a mudança de formação, já que agora vocês são um quinteto?

Belíssima capa de "Indoctrination of Hate"
Belíssima capa de “Indoctrination of Hate”

Cláudio: É verdade e tem muito a ver com as razões que você levantou. Quando muitas pessoas passam pela banda, mesmo contribuindo ou não nas composições, elas deixam suas marcas. Na demo e no primeiro CD a grande maioria das composições são minhas. Nesse período só trocamos um guitarrista, mas mesmo assim já existe uma diferença de sonoridade entre esses dois trabalhos porque cada músico tem seu estilo, mesmo dentro da mesma proposta musical. O que aconteceu com o Indoctrination of Hate é que a metade das músicas são minhas e outra metade do Flávio França ou do ex-guitar Herman Souza. Aí entra as influências e maneira de compor de cada um, contudo “amarradas” do jeito Expose Your Hate de fazer música. Outro fato importante, é que nosso background musical é o Death Metal, todos viemos de bandas anteriores desse estilo e quando eu e o Luiz resolvemos criar o Expose Your Hate, queríamos mesclar isso com o Grindcore e o Crustcore. Com o passar do tempo, acho que essa nossa origem musical está retornando de forma mais latente, evidenciando também esse aprimoramento técnico natural depois de tanto tempo tocando, pois assim acabamos tendo um maior domínio do instrumento e suas possibilidades, reconhecendo que o aprendizado nunca tem fim. Mas o Napalm Death, Terrorizer e Brutal Truth estão no nosso DNA e por isso sempre teremos essa promiscuidade entre o Death Metal e o Grindcore (risos).

Música e Cinema: O novo disco tem uma qualidade impressionante, a começar pela bela arte da capa e encarte. Nela, observamos três pessoas, transfiguradas em caveiras, representando os poderes religioso, político e militar, posicionados em um palanque, cercados por um ambiente de total caos e destruição. Um belo trabalho do artista Remy C. O que necessariamente representa essa capa? Qual o significado expresso nela?

Cláudio: Quando concebi o conceito da capa queria representar de forma geral tudo que está contido nas letras do álbum. Na minha visão, os três poderes ali transfigurados em caveira para evocar a idéia de morte, fomentam todo o caos em que o mundo se encontra desde tempos distantes. As religiões desconectando as pessoas da realidade e atrasando a evolução do pensamento humano com seus princípios retrógados, a política tratando as pessoas como massa de manobra e o poder militar cerceando a liberdade com seus regimes ditatoriais que sufocam nações inteiras. Fiz um rascunho de próprio punho e o Fernando Camacho (dono da Black Hole Prods e responsável pelo belíssimo trabalho de arte do encarte totalmente em sintonia com o conceito do álbum) passou para o Remy C que nos presenteou com essa impressionante ilustração.

Música e Cinema: A primeira música de trabalho, intitulada Ready to Explode, tem início com um discurso inflamado de Cho Seung-hui (imigrante sul coreano, estudante da universidade de tecnologia da Virgínia, responsável por um dos maiores massacres da história dos Estados Unidos, assassinando 32 pessoas, deixando mais de 15 feridas, e se suicidando em seguida). Este caso obteve repercussão mundial devido a brutalidade exercida por esse estudante que, segundo informações posteriores a sua morte, sofria muito com o bullying pesado praticado por seus colegas de universidade. A despeito da violência do ato em si, podemos considerar o conceito de Ready to Explode como um alerta e um manifesto sobre as conseqüências desastrosas do bullying, principalmente em alguém emocionalmente instável?

EYH (da esq. pra dir.): Marcelo Costa (bateria), Flávio França (guitarra), Luis Cláudio (vocal), Herman Souza (guitarra) e Cláudio Slayer (baixo)
EYH (da esq. pra dir.): Marcelo Costa (bateria), Flávio França (guitarra), Luis Cláudio (vocal), Herman Souza (guitarra) e Cláudio Slayer (baixo)

Cláudio: Correto! Na verdade a letra não é sobre esse caso exatamente, mas o usei na introdução para representar de maneira emblemática a problemática do bullying expressa na letra. A introdução da música é composta por trechos editados do áudio original das fitas que o atirador Cho Seung-hui deixou para “justificar” o massacre. Ele teve sua motivação no bullying sofrido, assim como tantos outros casos mundo afora, e devido ao seu quadro emocional desequilibrado matou todas aquelas pessoas de forma brutal. Como falaremos um pouco mais abaixo na entrevista, eu sou professor de escola pública e vejo constantemente as consequências que a humilhação gratuita e pública pode gerar num indivíduo. É um alerta, é algo real com que temos que lidar.

Música e Cinema: Claudio, há várias canções no álbum que criticam a religião e o fanatismo, como Blessed by Ignorance e Spreading Holy Violence, cuja letra reflete bem o atual momento vivido nos países do oriente médio, que são devastados por uma guerra santa que parece não ter fim. Essas letras soam atuais e funcionam como uma crônica contundente ao modo cego e suicida vivido por grupos extremistas, na tentativa de impor suas convicções através do terror. Elas são quase todas de sua autoria; sendo assim, gostaria de saber: Qual a principal fonte de inspiração para o conteúdo lírico do EYH? Somente a dura realidade, ou existe algo mais profundo e filosófico? Qual o critério utilizado por você no processo de criação?

Cláudio: Cara, eu acho que a realidade por si só é uma boa fonte de inspiração para o estilo do Expose Your Hate. Costumo escolher um tema, trabalhar em cima do meu ponto de vista sobre aquilo e às vezes até fazer algumas pesquisas para enriquecer a letra, como foi o caso de Ready to Explode. Mas claro que nossa visão de mundo é influenciada por diferentes fatores e eu sempre me identifiquei com essa postura provocadora e questionadora das coisas. Cada um encontra seu próprio caminho pra se sentir realizado com sua arte, e o meu não é muito distante das coisas que vivencio/testemunho na vida real, entende? Alguns autores e/artistas de diferentes áreas também contribuíram na minha formação e maneira de enxergar as coisas e poderia citar dentre eles Niestzche, Carl Sagan, George Orwell, Michael Moore, Richard Dawkins, Drauzio Varela, Van Gogh, Salvador Dali, José Saramago, Barney Greenway, entre outros. Na questão da religião citada por você, acho que por ser ateu me sinto bem mais a vontade para atacá-la e questioná-la nas letras. Isso realmente é algo que me tira do sério, pois entendo que muitos preconceitos, retrocessos, assassinatos, são motivados por razões intrinsecamente religiosas.

Música e Cinema: Indoctrination of Hate é um título bastante forte, que se encaixa perfeitamente com o contexto do álbum, bem como com o nome da banda. Compreende 17 faixas do mais puro, bruto e veloz Grindcore/Death Metal. Analisando os elementos em si, você acha que atingiu os seus objetivos com esse trabalho?

Cláudio: Fazendo uma análise sincera, sim, acho que atingimos o objetivo que havíamos determinado no início do processo. É normal que depois do lançamento você perceba algo que poderia melhorar ou tenha uma idéia nova que poderia ter feito parte, mas naquele momento estávamos focados e demos o nosso melhor, dentro das nossas possibilidades, é claro. Com relação à parte lírica/visual, como escrevi a maioria das letras e o Luiz também escreve sobre os mesmos temas, foi fácil construir visualmente todo o conceito que expressa os elementos formadores do Indoctrination of Hate. Nesse sentido também tive a indispensável parceria do Fernando Camacho na concepção da arte do CD.

Música e Cinema: Outro aspecto a ser ressaltado é a ótima qualidade da produção, que ficou a cargo do guitarrista Herman Souza. Os álbuns deste estilo, em grande parte, pecam nesse quesito, mas aqui a boa produção, em minha opinião, só veio a valorizar ainda mais o peso e a agressividade das canções. Você acha que a produção teve papel importante no resultado final?

Cláudio: Concordo plenamente com você! Alguns podem pensar que todas as bandas com uma proposta mais “barulhenta” não se detém em detalhes e não são muito preocupadas com o resultado final. Isso não é verdade. Levamos muito tempo para definir o repertório do CD, essa parte musical foi extenuantemente trabalhada, ensaiamos muito e nos preocupamos como soariam as músicas depois de gravadas, sem falar do tempo que dedicamos a mixagem, às vezes parecia uma eternidade. O Herman deixou a banda assim que finalizamos esse processo, mas seu trabalho na gravação, produção e/mixagem foi determinante na qualidade final do produto. Nós sempre nos preocupamos com isso. Em 2001 escolhemos o melhor estúdio em Natal para gravar nossa demo, em 2004 passamos o ano todo praticamente gravando e mixando o Hatecult, usando os melhores recursos que estavam ao nosso alcance na época, que ainda teve a masterização feita na Suécia pelo saudoso Mieszko (Nasum). Agora com o Indoctrination of Hate não poderia ser diferente, lembrando que esse também teve sua masterização feita no exterior pelo guitarrista Topon Das da banda Fuck The Facts em seu estúdio no Canadá.

Música e Cinema: Recentemente vocês participaram de um tributo nacional ao Napalm Death com uma versão poderosa de Suffer the Children. Uma bela e justa homenagem a banda mais importante do estilo. Como foi para vocês fazer parte desse tributo? O EYH pretende lançar mais versões homenageando suas bandas favoritas?

Cláudio: Foi uma honra para nós participar desse tributo, pois o Napalm Death é uma das nossas principais influências, é uma daquelas bandas que mudaram minha vida e moldaram minha personalidade musical! Antes desse, nós também participamos de um tributo ao Nasum, outra grande influência nossa, pela gravadora Power it up da Alemanha que saiu em CD e LP duplo. Existe também uma versão nossa para Scream Bloody Gore do Death que circula pela net e foi gravada em 2003 como sobra de estúdio. Um pouco antes das gravações do Indoctrination of Hate, nós gravamos uma música do Autopsy (Disembowel), mas esse cover nós ainda não soltamos (risos)

Expondo o ódio!
Expondo o ódio!

Música e Cinema: Da formação original restaram só você e o vocalista Luis Cláudio. Como membro fundador, você se considera uma espécie de líder da banda, gerenciando os trabalhos e os compromissos, ou os demais membros tem igual participação nas decisões?

Cláudio: Conheci o Luiz Cláudio antes do surgimento da banda e hoje nossa amizade passa dos 20 anos. Penso que por gostarmos de verdade do que fazemos é que continuamos juntos nessa. É verdade que eu assumo mais esse lado de gerenciamento das coisas da banda, além de compor e escrever, mas a construção da identidade musical/visual do EYH se deve a todos que estão no momento ou que passaram por aqui. Os demais membros tem igual participação nas decisões, principalmente agora, quando temos uma cumplicidade musical muito grande entre todos os integrantes da banda.

Música e Cinema: Os dois álbuns do grupo foram lançados pelo selo Black Hole Productions de Joinville/SC. Fernando Camacho (proprietário do selo) é um grande batalhador do underground, dando um grande espaço e fornecendo oportunidade para muitas bandas de indiscutível qualidade, não só do Brasil, mas também do exterior. Como foi pra vocês trabalhar com ele? Como está sendo a distribuição e divulgação do novo álbum? Pretendem lançar o próximo material ainda pela BHP?

Cláudio: Nossa parceria com o Fernando já completou 10 anos e não temos do que reclamar. Além de ser nosso “patrão”, ele sempre foi uma espécie de membro extra da banda por compreender perfeitamente nossas idéias e estar sempre em sintonia conosco, dando sugestões importantes e contribuindo com seu trabalho de arte na estética dos lançamentos. A distribuição está acontecendo bem e o álbum vem tendo uma excelente receptividade e, se depender de nós, essa parceria durará mais 10 anos!

Música e Cinema: Existem pelo mundo, vários festivais que dão ênfase à música extrema de modo geral, mas talvez o que mais representa a parcela mais extrema e underground do estilo é o Obscene Extreme Fest, realizado todos os anos em Trutnov – Rep. Tcheca, sendo que o mesmo já tem a sua versão no continente americano, realizado no México. Existe a possibilidade do Brasil ser muito bem representado pelo EYH em alguma edição do festival? Já existiu algum convite para isso?

Cláudio: O Obscene Extreme fest é o sonho de consumo de qualquer fanático por música extrema. Aquilo é o paraíso (risos)! Nunca fomos convidados, mas quem sabe um dia! Seria uma honra representar o ódio brasileiro num daqueles palcos sagrados!

Música e Cinema: Além disso, Brutal Truth e Terrorizer, duas das maiores referências no assunto Grindcore, tocam por aqui esse ano. Eu não consigo imaginar melhor banda de abertura que o EYH (risos). Seria sonhar demais com isso?

Cláudio: Espero que os organizadores leiam suas palavras (risos)!

Música e Cinema: Cláudio, além de músico, como você já mesmo mencionou no início da entrevista, você também é educador na área da arte e comunicação visual, lecionando na rede pública de Natal/RN já há muitos anos. Sabemos que você ministra suas aulas em escolas de bairros muito carentes, sendo assim, tenho duas perguntas: seus alunos são fãs do tipo de música praticado por você? Você acha que seu trabalho como professor exerce alguma influência direta no seu trabalho com o EYH, já que você vivencia diariamente as condições precárias do ensino público no país?

Cláudio: Claro que a figura de um professor por si só já é bastante influenciadora para o educando e eu reconheço que fujo um pouco do convencional (risos), o que às vezes causa um choque nas pessoas, mas nada que comprometa minha prática pedagógica. Tenho alguns alunos e ex-alunos que curtem sim o EYH, inclusive compram material e vão aos shows, são poucos, mas acho isso fantástico! Com relação a sua segunda pergunta, minha vivência lecionando nessas escolas acaba influenciando sim no trabalho do EYH. Você está sempre em contato com o lado mais cruel e injusto da nossa sociedade, é como levar um tapa na cara todos os dias e acordar para a verdadeira realidade. Não aquelas caricaturas novelísticas da TV brasileira, mas a face nua e crua de um mundo cão. Já perdi muitos alunos para a violência, para o crime, para o tráfico, mas também já vi muitos deles contrariarem as estatísticas, superarem o preconceito, entrarem numa universidade e sair de lá com um diploma.

Música e Cinema: E quanto ao cenário nacional, Cláudio? Há excelentes bandas em todos os subgêneros, porém a procura por shows e a divulgação são precárias em relação a outros países. Ótimas bandas ainda procuram por um lugar ao sol. O que você acha do atual momento vivido pela nossa cena extrema?

Cláudio: Esse é assunto complexo. Comecei a editar zines ainda nos anos 80, e de lá pra cá já testemunhei muitas mudanças no cenário nacional, estando do lado do público e do lado das bandas. Mudanças positivas e outras nem tanto. Hoje é muito mais “fácil” montar uma banda, ter acesso a bons instrumentos, estúdios, como também, através da internet, ter acesso as músicas que você gosta, a chance de conhecer novas bandas e interagir com elas. Isso deveria ser ótimo, mas paradoxalmente acabou criando um certo comodismo e falta de referencial dentro da cena. O importante é que ainda existem pessoas engajadas e conscientes de que não existe cena se cada um não fizer sua parte.

Música e Cinema: Estamos chegando ao final do nosso papo e gostaria de esclarecer uma coisa: qual foi a banda responsável por libertar a fera do Grind em você? Deve ter havido alguma que foi o estopim da coisa toda, não?

Cláudio: Cara, como citei anteriormente, meu background mesmo é o Death Metal, inclusive tocava numa banda desse estilo entre os anos de 1990 e 1992 chamada Insane Death.  Porém, quando tive contato com as primeiras bandas de Grind e Crust eu pirei, descobri que eu tinha veia core pronta para despertar (risos)! Lembro de ter ouvido no inicio dos anos 90 bandas como Disrupt, Extreme Noise Terror, Agathocles e ter amado aquela sonoridade. Mas sem dúvida o Napalm Death foi a banda que mudou tudo, que me fez querer mesclar Death Metal e Grindcore, duas das minhas paixões musicais!

Música e Cinema: Cláudio, muito obrigado pela ótima conversa. O Música e Cinema agradece a oportunidade. Teria alguma consideração final para os nossos leitores? Aproveite o espaço.

Cláudio: Eu que agradeço em nome de todos do EYH pelo espaço e oportunidade de ter essa conversa contigo e poder compartilhá-la com todos os leitores. No mais, espero que curtam o nosso novo CD e continuem apoiando as bandas e selos adquirindo seus materiais, indo aos shows e divulgando nosso cenário musical, pois é isso que nos mantém vivos e fortes! Um abraço a todos.

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*Interessados em adquirir os discos e camisetas da banda, favor entrar em contato com Fernando Camacho nos seguintes endereços:

 

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Assista ao vídeo de Ready to Explode

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Sobre Ricardo Costa

Casado, 42 anos, médico veterinário. É fã de música desde a adolescência, principalmente dos subgêneros mais extremos do Metal. É fã também incondicional de cinema, principalmente de horror e ação. Seu principal hobby é pesquisar e conhecer bandas novas e filmes obscuros. Trará sempre novidades acerca de lançamentos, bem como artigos, matérias e entrevistas muito interessantes para os nossos leitores

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