Duro de Matar: Uma Franquia Explosiva (parte 2)

Introdução:

             Queridos leitores do Música e Cinema: se vocês pensaram que eu havia esquecido do meu compromisso para com vocês, se enganaram belamente. Como sou um homem de palavra e honro meus compromissos, eis aqui a segunda parte do artigo que homenageia a maior série de ação de todos os tempos. Estão incluídas aqui a parte 3, 4 e 5, com suas respectivas sinopses, resenhas e informações técnicas.

            Sem mais delongas, espero que todos se divirtam e peço que opinem, compartilhem e deixem seus comentários, pois com eles pretendo melhorar cada vez mais. YYYYPPIIKKIAAEEIIIII, asshole!!

Duro de Matar: a Vingança (Die Hard With a Vengeance/1995)

DM3

Sinopse:

 O policial John McClane (Bruce Willis) está separado há um ano de sua mulher, anda bebendo demais e também está afastado da polícia. Mas, como desgraça pouca é bobagem, o irmão (Jeremy Irons) de um antigo inimigo começa a colocar bombas em lugares movimentados de Nova York e dá ao policial uma série de enigmas, que podem evitar as explosões. Na tentativa de resolvê-los, ele começa acidentalmente a ser ajudado por um negro (Samuel L. Jackson) do Harlem, que o ajuda a desvendar toda a trama.

 Resenha:

             Uma verdadeira gincana do mal é o que encontramos aqui. A terceira parte da saga de John McClane é de uma agilidade que dificilmente vemos por aí.

            Tudo começa com um dia típico na rotina de uma metrópole do porte de Nova York: pessoas correndo pra lá e pra cá, trânsito caótico e correrias mil; enfim, um dia como outro qualquer. Pois bem, seria como outro qualquer, se nos primeiros minutos do longa não houvesse uma enorme explosão em uma importante loja de departamentos bem no meio da cidade. Não preciso nem dizer o caos e o pânico que se estabeleceu, não é mesmo? Logo após a fatídica tragédia, um misterioso homem, simplesmente chamado Simon, entra em contato com o departamento de polícia, confessando a autoria do atentado e afirmando que existem mais uma grande quantidade de bombas armadas em vários pontos importantes da cidade e que irá detoná-las uma a uma, caso suas exigências não sejam atendidas.

Como é que é??
Como é que é??

            Quem ainda não assistiu ao filme, deve estar se perguntando quais seriam essas exigências: 500 milhões de dólares em cards do Pokémon? Um cassino em Las Vegas repleto de mulheres de moral duvidosa, com bebidas à vontade? Uma tele-sena premiada e autografada por Silvio Santos? Não, meus amigos. Nada disso! O que o misterioso Simon exige: que um certo policial afastado bebum, chamado John McClane (Bruce Willis, cada vez mais careca), cumpra algumas tarefas no mínimo inusitadas, determinadas por ele em um determinado espaço de tempo, pois só assim ele não detonaria as bombas. Legal pra ca$%#&*(¨, já diria Poderoso Castiga!

            E o cara exige que seja nosso querido Tenente McClane. Não pode ser o guardinha de trânsito da esquina e nem o guarda da escola da rua de baixo. Sendo assim, o comandante manda buscar John onde quer que ele esteja, a fim de realizar as benditas tarefas e salvar a população da cidade.

            O telespectador já não consegue nem ir ao banheiro ou fazer uma merendinha, pois a ação explode em ritmo quente do início ao fim. Já na sua primeira atividade nessa gincana nefasta, ele tem que passear pelo bairro negro do Harlem, vestido apenas de cueca e sapatos, amargando a pior das ressacas, e segurando uma placa com uma bela mensagem que diz “I Hate Niggers” (“Eu odeio negros”, em tradução literal). Obviamente, vai ser treta da grossa! Ao ser avistado por um grupo de negros mal encarados e prestes a ser morto por eles, tem a sorte de aparecer em seu caminho um comerciante do bairro chamado Zeus Carver (Samuel L. Jackson), um cara humilde, honesto e trabalhador, que acredita que John seja apenas um louco em um surto, e que “não quer ver um homem branco ser morto por um bando de homens negros no Harlem” (palavras do próprio).

            Começa então a mais frenética das corridas pelo tempo que se pode imaginar. E o coitado do nosso benfeitor que salvou o couro do John MacClane, acabou tendo que, por livre e espontânea pressão, se juntar a ele na realização das tarefas. Essa união entre personagens tão diferentes entre si rende algumas tiradas sensacionais. O cinema americano de ação sempre teve a necessidade de criar as duplas mais improváveis, a fim de proporcionar um clima de descontração em meio às discussões, apresentando aquelas famosas tiradas cômicas. Foi assim com Mel Gybson e Danny Glover em Máquina Mortífera, e Jackie Chan e Chris Tucker em A Hora do Rush. Ação desenfreada e humor sempre caminharam bem no cinema.

Zeus Carver (Samuel Jackson) e John McClane (Bruce Willis) em sérios apuros!
Zeus Carver (Samuel Jackson) e John McClane (Bruce Willis) em sérios apuros!

            Outro aspecto importante ressaltado em meio às discussões entre a dupla de protagonistas é o conflito racial. Tudo que John McClane diz para Zeus já rende acalorados debates, pois o “samaritano” já entende como racismo, sendo que o próprio acaba sendo o verdadeiro racista, já que é a favor de “brancos resolvendo problemas de brancos”.

            Desentendimentos e conflitos à parte, o momento mais tenso (ou um dos mais, indubitavelmente), é o momento em que o terrorista (que a essa altura já sabemos que se trata do irmão de Hans Gruber – o terrorista interpretado por Alan Rickman no primeiro filme -, chamado na verdade Simon Peter Gruber, vivido por um inspirado Jeremy Irons), revela ao departamento de polícia e ao F.B.I. que instalou uma bomba em uma das escolas da grande NY e que a dupla de heróis tem que cumprir sua tarefa em duas horas, caso contrário, a referida escola, seus alunos e professores vão para o vinagre.

            Obviamente, o fato causa a maior comoção entre as autoridades, com todos em busca da tal escola onde o tal artefato explosivo foi colocado, desviando toda a atenção de policiais, prefeito, hospitais e demais autoridades, deixando o cenário livre para os criminosos praticarem suas patifarias. Na verdade, a vingança contra John McClane pela morte de seu irmão é mais uma fachada, pois a verdadeira intenção de Simon é assaltar a reserva federal em Wall Street, levando no bolso aproximadamente 140 bilhões de dólares. Dá pra fazer um belo churrasco no fim-de-semana, não?

            Meus amigos, é tanta coisa acontecendo, com reviravoltas, revelações, drama, comédia e ação das melhores, que é impraticável eu narrar todas as situações presentes aqui; também não é conveniente eu narrar os fatos detalhadamente, a fim de preservar a surpresa para o leitor que ainda não assistiu a essa obra-prima máster do gênero (se bem que duvido que alguém ainda não o tenha feito).

            Com roteiro de Roderick Thorp e Jonathan Hensleigh, novamente Bruce Willis domina a cena como o policial casca dura que não admite ser feito de trouxa por terroristas e que tem um nobre coração. Seu parceiro de cena Samuel Jackson só vem a agregar ainda mais valor ao enredo, proporcionando situações que dificilmente serão ignoradas pelos reais fãs. John McTiernan retorna ao posto de diretor, demonstrando habilidade de sobra na função que lhe foi delegada.

            Eu arrisco a dizer que esta terceira parte é a melhor da saga, ou pelo menos fica “cabeça a cabeça” com a segunda. Ainda teríamos a quarta e a quinta parte da série (que o nobre leitor verá a seguir), que já começaria a dar sinais de desgaste, embora ainda sejam ótimos filmes. Será que nosso estimado McClane agüenta? Com certeza!

 Elenco:

 

  • John McClane (Bruce Willis)
  • Samuel L. Jackson (Zeus Carver)
  • Jeremy Irons (Simon Gruber)
  • Graham Greene (Joe Lambert)
  • Colleen Camp (Connie Kowalsk)
  • Larry Bryggman (Inspetor Walter Cobb)
  • Athony Peck (Rick Walsh)
  • Nicholas Wyman (Mathias Targo)

 Direção: John McTiernan

 Duração: aprox. 131 minutos

Duro de Matar 4.0 (Live Free or Die Hard/2007)

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Sinopse:

 

            Doze anos após a última aparição em Duro de Matar: A Vingança, John McClane (Bruce Willis) é convocado para uma última missão: combater criminosos que atuam pela internet. Os terroristas planejam desligar todos os sistemas de computadores no feriado de 4 de julho, dia da Independência dos Estados Unidos. A trama se passa em Washington, mas acompanha a velocidade das transmissões cibernéticas, englobando todo o território norte-americano na possível catástrofe.

 Resenha:

             Nesses tempos modernos, onde dependemos da Internet e dos mais variados sistemas de informação pra conseguir realizar praticamente todas as atividades, desde as mais simples até as mais complexas, fico me perguntando o que aconteceria se algum lunático invadisse o sistema e resolvesse tocar o terror em tudo e todos. Obtive a resposta aqui, no quarto capítulo da série, e fico rezando pra nunca chegar a esse ponto (se bem que já estamos bem próximos disso).

            Dirigido por Len Wiseman (Anjos da Noite 1 e 2), e protagonizado novamente por Bruce Willis, temos o experiente policial John McClane queimando os miolos (e os bandidos) com a ameaça cibernética. Vários hackers estão sendo misteriosamente assassinados e, por conta disso, McClane é designado para proteger Matt Farrell (Justin Long), um jovem hacker que está na mira dos assassinos por saber demais. Mal sabia ele a bucha de canhão que estava segurando.

Cara, vai sair caro essa reforma!
Cara, vai sair caro essa reforma!

            Além de eliminar a concorrência de forma pouco ortodoxa, Thomas Gabriel (Timothy Olyphant), um perigoso “cyber terrorista”, que outrora ocupava um importante cargo no setor de segurança cibernética do governo, ameaça causar um verdadeiro colapso nos sistemas de informação de todo os E.U.A., isso tudo em pleno feriado da independência americana, mas, como ele mesmo afirma, isso tudo pode ser perfeitamente reversível, desde que o país esteja disposto a pagar. Sempre o maldito dinheiro!

            Perante a ameaça invisível e desconhecida por ele, John terá que salvar sua pele, a de seu protegido, e de toda a nação americana, mas sua sorte é que o jovem Matt é um hacker quase tão astuto quanto o vilão, habilidade esta que será primordial no desenvolvimento da trama. A coisa engrossa ainda mais quando o vilão tem todas as suas ações frustradas pela nossa dupla de heróis e resolve, numa última tentativa de obter êxito em seus atos escusos, seqüestrar a filha de McClane, Lucy (Mary Elizabeth Winstead). Aí, meu amigo, o negócio atinge o âmbito pessoal. Vai vendo!

A minha filha não, vagabundo!
A minha filha não, vagabundo!

            Em meio à correria desenfreada, viaturas arremessadas contra helicópteros, atropelamentos que acabam no fosso de um elevador, perseguições a caminhões suspeitos perpetrados por caças (disparado, a melhor cena do filme!), entre outras sandices inverossímeis, temos um autêntico exemplar do melhor e mais puro entretenimento yankee. Aqui, apesar da diferença visível em relação aos primeiros filmes, a diversão funciona como nunca e o assunto abordado na trama não poderia ser mais conveniente, afinal, estamos submersos em um mundo de informação não só no computador, mas nos celulares, tablets, palm tops, notebooks, etc, que, de certa forma, acabou por nos escravizar e é muito importante sabermos o quanto isso pode ser útil, mas também o quanto pode ser nocivo. Que Deus nos proteja de ameaças como essa!

            Len Wiseman é ainda um diretor com pouca experiência no mercado, mas demonstrou jeito pra coisa nesse filme. Certamente, haverá novas oportunidades pra ele. Uma direção firme e precisa. Bruce Willis, na época do filme já um senhor de 52 anos, mostra um vigor físico invejável ainda, em seqüências de ação de tirar o fôlego (tudo bem que tem dublê na parada, mas o careca ainda convence), e Justin Long, sempre engraçadinho, ajuda bem no setor cômico da coisa e ainda tenta “flertar” com a filha do nosso herói, o que definitivamente lhe renderia alguns hematomas e escoriações.

            A série chega mais viva do que nunca ao século XXI, mas ainda resta a última parte, a mais fraquinha de todas, mas ainda assim relevante. Vamos a ela!

Elenco:

 

  • John McClane (Bruce Willis)
  • Matt Farrel (Justin Long)
  • Thomas Gabriel (Timothy Olyphant)
  • Lucy McClane (Mary Elizabeth Winstead)
  • Mai (Maggie Q)
  • Director Bowman (Cliff Curtis)
  • Freddy “Warlock” (Kevin Smith)

 Direção: Len Wiseman

 Duração: aprox. 129 minutos

  

Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer (A Good Day to Die Hard/2013)

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Sinopse:

 Nova York, Estados Unidos. O policial John McClane (Bruce Willis) está em busca de informações sobre o filho, Jack (Jai Courtney), com quem não fala há alguns anos. Com a ajuda de um amigo, ele descobre que Jack está preso na Rússia, acusado de ter cometido um assassinato. John logo parte para o país na intenção de rever o filho e, pouco após chegar, acaba encontrando-o em plena fuga do tribunal onde seria julgado. Jack está com Yuri Komorov (Sebastian Koch), um terrorista que diz ter em mãos um dossiê que pode incriminar um potencial candidato à presidência russa, Chagarin (Sergey Kolesnikov). Ele não gosta nem um pouco de reencontrar o pai, mas a insistência de John em ajudá-lo acaba, aos poucos, quebrando o gelo entre pai e filho.

 

Resenha:

             Até onde um pai iria para poder livrar o filho de uma enrascada? Provavelmente, até o inferno se for necessário. Bem, posso dizer que nosso cowboy favorito chegou bem próximo disso em Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer. Eu duvido que haja um bom dia para tal, mas aqui nosso parceiro de aventuras, McClane, por estar sempre tão próximo da morte, deve concordar com esse título.

            Sem ter notícias de seu filho Jack (Jay Courtney, que é a cara do Sam Worthington) já há vários anos descobre, por meio de uma investigação, que ele está sendo julgado e prestes a ser condenado em Moscou por homicídio. Ao descobrir a bela confusão em que seu filho se meteu, resolve ir até lá para tentar ajudá-lo. Como o cara chama encrenca, ao chegar lá, vê seu filho em fuga juntamente com um homem, Yuri (Sebastian Koch), que parece ter um grave segredo que poderá incriminar um influente político. Após uma fuga alucinante do tribunal (aliás, uma das grandes seqüências do filme), com tanto tempo sem se verem, o reencontro não é dos melhores, pois Jack não fica nem um pouco feliz em rever o pai, e questiona o que ele estava fazendo lá.

McClane pai e McClane filho: os russos piram!
McClane pai e McClane filho: os russos piram!

            As relações entre pais e filhos nunca foram tão frágeis e conturbadas como o relatado aqui. Com cara de poucos amigos, Jack explica a McClane a situação, e este prontamente se une ao jovem em mais uma aventura para acrescentar em seu extenso currículo.

            Com o desenrolar da trama, John descobre que Jack é um agente da C.I.A. (que rende um comentário sensacional dele: “você é espião, Jack. Sua mãe e eu pensávamos que você estava usando drogas”), e que está em uma missão na Rússia a fim de desmantelar uma organização terrorista com alto poder bélico, incluindo muitas armas nucleares, urânio enriquecido, e o fantasma de Chernobyl voltando para assombrar o mundo. Resquícios de guerra fria? Você já deve ter visto isso em algum lugar, não é mesmo? Pois bem, a velha rivalidade entre o mocinho americano e o eterno vilão russo volta à tona, numa rixa que parece ser eterna.

            Bruce Willis, já praticamente um sexagenário aqui, continua com o mesmo humor afiado que o consagrou, sempre com tiradas sagazes e aquela cara de durão, mas sempre com aquele sorrisinho cínico de canto de boca. É evidente que ele já começa a demonstrar algum cansaço nas cenas de ação mais frenéticas, mas convenhamos, se eu, com 40 anos nas costas, já me canso ao fazer uma simples caminhada, imagina um tiozão beirando seis décadas e naquela correria toda? Ainda agüenta mais uma seqüência com certeza! Jay Courtney, apesar da pouca experiência na telona, se mostrou um bom parceiro do pai na ficção. A Mãe Rússia jamais foi a mesma após a visita dos dois.

Terceiro andar: armas, munições, plutônio e urânio.
Terceiro andar: armas, munições, plutônio e urânio.

            Filmado parte na Hungria e parte na Rússia, o quinto episódio da série sofreu duras críticas ao redor do mundo, sendo considerado o pior de toda a série. Não serei tão injusto assim; realmente, é o mais fraco de todos, pois desvirtua-se demais em relação aos anteriores; além disso, há alguns furos e bolas fora no roteiro mas, se o que te dá sentido na vida é a ação insana, desenfreada e absurda ao extremo, esse é o filme. Não convém enumerar a quantidade de papagaiadas contidas aqui, pois o negócio é sentar na poltrona e se divertir pra valer. É o filme mais curto da série, contendo aproximadamente 95 minutos.

            O careca mais famoso de Hollywood já demonstrou interesse em uma sexta seqüência. Se isso vai deixar o papel ou não, ainda não é certo, mas seria interessante ver McClane pai e McClane filho em mais uma aventura, já com suas pendências familiares resolvidas, mas com muito sangue nos olhos e sede de justiça. Quem sabe?

            Muito bem, amiguinhos. Isso encerra esse artigo sobre a série cinematográfica mais cascuda de todos os tempos. Pra mim foi um prazer indescritível elaborá-la e espero que todos tenham curtido. Não sou nenhum crítico de cinema e nenhum profissional do ramo. O descrito aqui é apenas a opinião de um apaixonado pelo cinema de ação, que viu a necessidade de homenagear essa série tão importante e influente no gênero. Grande abraço a todos e até a próxima!

Elenco:

 

  • John McClane (Bruce Willis)
  • Jack McClane (Jay Courtney)
  • Yuri Komarov (Sebastian Koch)
  • Irina Komarov (Yuliya Snigir)
  • Lucy McClane (Mary Elizabeth Winstead)
  • Viktor Chagarin (Sergei Kolesnikov)
  • Mike Collins (Cole Hauser)
  • Murphy (Amauri Nolasco)

 Direção: John Moore

 Duração: aproximadamente 97 minutos

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Sobre Ricardo Costa

Casado, 42 anos, médico veterinário. É fã de música desde a adolescência, principalmente dos subgêneros mais extremos do Metal. É fã também incondicional de cinema, principalmente de horror e ação. Seu principal hobby é pesquisar e conhecer bandas novas e filmes obscuros. Trará sempre novidades acerca de lançamentos, bem como artigos, matérias e entrevistas muito interessantes para os nossos leitores

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